Algumas histórias não terminam quando a alta chega.
Um espaço para mães que viveram a prematuridade, a UTI neonatal e os lutos invisíveis da maternidade — e que ainda estão tentando voltar a si mesmas.
Eu sou Karen Poleanschi, mãe, empreendedora e apaixonada pelo comportamento humano.
Antes de chegar até aqui, eu vivi o que muitas mães vivem em silêncio: medo, exaustão, noites sem dormir, UTI, incertezas e a sensação de que eu ia perder tudo.
Durante muito tempo, achei que estava sozinha. Que era "coisa da minha cabeça". Que precisava apenas ser mais forte.
"A maternidade me transformou. A dor me despertou. O conhecimento me libertou."
Hoje, ajudo mães que também viveram dias difíceis a reconstruírem a relação com elas mesmas — e a se reconectarem com a própria história, no seu tempo, com gentileza.
Minha missão é ser ponte para outras mulheres encontrarem o caminho de volta para si mesmas.
Quando pensamos em luto, quase sempre pensamos em morte. Mas existem lutos silenciosos — perdas que raramente aparecem nos exames, mas que continuam vivendo dentro de muitas mães.
A gestação que não seguiu o caminho imaginado, cheia de medos e incertezas que não deveriam ter existido.
O momento tão esperado que precisou acontecer de outro jeito, deixando uma lacuna difícil de nomear.
O abraço adiado, os primeiros momentos que ficaram do outro lado de um vidro, de uma incubadora.
A versão da maternidade que você havia construído no coração — e que precisou ser reescrita.
Encontros para mães que carregam histórias difíceis. Um espaço seguro para voltar a si mesma — através do conto, da escuta e da reconexão.
Histórias cuidadosamente escolhidas para tocar o que as palavras diretas às vezes não alcançam.
Um espaço onde a sua história é recebida com cuidado, sem julgamentos e sem pressa.
Vivências e reflexões para ajudá-la a voltar a si mesma, no seu próprio ritmo.
De qualquer lugar do mundo, em português. Para a mãe que precisa de um espaço de acolhimento sem sair de casa.
Círculos presenciais em grupo, onde a presença, o olhar e o silêncio compartilhado também acolhem.
"Você não precisa carregar tudo sozinha. Há outras mães que te entendem. Há espaço para a sua voz."
Quero participar de um CírculoTextos e contos terapêuticos escritos para acolher — não para ensinar. Talvez algum deles encontre você no momento certo.
O monitor ficou no hospital, mas o estado de alerta veio junto. Sobre o corpo que volta para casa antes do coração.
Ler a história →O silêncio depois dos alarmes. A cama grande demais. O medo de que algo aconteça quando ninguém estiver olhando.
Em breveA gestação sonhada que ficou pelo caminho. Sobre nomear uma perda que ninguém vê — e dar a ela o direito de existir.
Em breveSobre o alarme que continua tocando muito depois da alta — e por que isso não é fraqueza, mas memória do corpo.
Em breveSobre o caminho de volta para si mesma — que não acompanha o calendário, e que pode ser percorrido um passo de cada vez.
Em breveDois caminhos para reconstruir a relação com a sua própria história — no seu tempo, com acolhimento.
Um espaço de aprofundamento, individual e online, onde a sua história é recebida com cuidado. Através do conto e da escuta, trabalhamos o que ficou guardado — sem pressa e sem julgamento.
Quero uma sessão individualEncontros em grupo — online ou presenciais — onde mães que carregam histórias parecidas se encontram. A força de não estar sozinha, o conto que acolhe, e o caminho de reconexão feito em comunidade.
🌿 Quero participar do próximo CírculoUm material em PDF criado para acolher — não para ensinar. Com cartas, reflexões e um conto terapêutico para a mãe que viveu a prematuridade, a UTI ou um luto invisível.
Seja qual for a sua história, você não está sozinha.
Baixar o material gratuitoGratuito · em PDF · para ler no seu tempo.
Se essas palavras encontraram você em um momento importante da sua caminhada, me chame. Vou te ouvir com cuidado, sem pressa.
O trabalho da Contoterapia e dos Círculos Berço da Criação é um espaço de acolhimento, escuta e reflexão. Não substitui acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico. Se você estiver passando por sofrimento intenso, procure também o apoio de um profissional de saúde.